ABAS

terça-feira, 6 de dezembro de 2016

Gullar pode até ter sido um homem de carne e de memória, de osso e esquecimento, brasileiro, maior, casado e reservista, mas, definitivamente, não era um homem comum. Homens comuns não deixam legados líricos, nem precisam escancarar suas residências a desconhecidos íntimos. O poeta maranhense, na verdade, jamais morrerá. Uma parte de Gullar estará sempre dentro daquele apartamento, na Rua Duvivier; uma parte de mim, também.



Resultado de imagem para ferreira gullar

Texto por José Carlos Vieira , Martha Correa - Esp. para o CB / Paula Pires - Especial para o Correio Alexandre Gaioto - Especial para o Correio

Nenhum comentário: