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quinta-feira, 3 de setembro de 2015

Com o meu dinheiro, não, violão!

Estado inchado (Foto: Arquivo Google)

Ricardo Noblat
Uma vez que os números da economia divulgados ontem provam que o país entrou em recessão, e em recessão deverá atravessar o próximo ano, compreende-se o desespero do governo em tentar ressuscitar rapidinho a CPMF – comissão com o nome de provisória para financiar a Saúde. Conhecida também como o imposto do cheque.
Compreende-se o desespero, sim, mas não a solução receitada pelo governo. Não se sai da recessão via aumento da carga tributária. Isso já está provado. E a carga, entre nós, está para lá do suportável. Há países onde a carga tributária é muito maior do que a nossa. Mas confira o que neles o Estado entrega em troca do imposto pago pelo cidadão.
Aqui, entrega-se pouco – e mal. E o Estado brasileiro só faz aumentar suas despesas. Temos um Estado cada vez mais obeso, mais ineficiente e mais caro. E um governo claramente incompetente. Foi ele que produziu a atual recessão por meio de decisões erradas que garantiram a reeleição de Dilma. Que não nos repasse, pois, a conta pelo que fez.
Emagreça. Gaste menos. Diminua o desperdício. Venda ativos. Mas não conte com dinheiro a mais subtraído dos nossos bolsos. Nem pensar.

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