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quinta-feira, 11 de junho de 2015

Apagão em parte do Ceará - Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) vai apurar causas


O governo vai apurar as causas do apagão que atingiu a região metropolitana de Fortaleza na tarde de ontem. O resultado do levantamento feito pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) determinará se haverá punição ou advertência ao fornecedor e ao distribuidor de energia elétrica.
O ONS vai convocar uma reunião para semana que vem com a Companhia Energética do Ceará (Coelce) e a Companhia Hidro Elétrica do São Francisco (Chesf), da qual participarão também técnicos do Ministério de Minas e Energia e da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).
A queda no fornecimento de energia aconteceu por volta das 17 horas e durou cerca de uma hora. Houve congestionamentos e acidentes de trânsito por causa da falha nos semáforos nas avenidas mais movimentadas da cidade.
Segundo a prefeitura de Fortaleza, cerca de 100 semáforos, de um total de 700, pararam de funcionar durante o apagão. Todos voltaram a funcionar à noite.
No Aeroporto Internacional Pinto Martins os geradores de energia foram acionados e permitiram o funcionamento dos sistemas essenciais, como os check-ins, os balizamentos das pistas de pouso e as pontes de embarque e desembarque.
O serviço da linha sul do metrô de Fortaleza, que opera entre 7 e 19 horas, foi interrompido e só voltou a funcionar hoje (11) de manhã. Os hospitais administrados pela prefeitura e pelo governo do estado não foram afetados porque contam com geradores.
Em nota, a Coelce esclareceu que o apagão foi ocasionado por “uma falha em subestação da Chesf” e que o fornecimento “foi restabelecido de forma gradual para todos os clientes”.
A Chesf disse que a Subestação Fortaleza II opera “com normalidade desde as 17h57 de ontem” e que, “às 18h10, todo o fornecimento havia sido restabelecido”.
O superintendente de Operação da Chesf, João Henrique Franklin, garantiu que o sistema de transmissão da Região Metropolitana de Fortaleza é confiável e que apagões não são comuns, nem devem voltar a ocorrer. A companhia adianta que a manutenção no sistema está em dia.
DA REDAÇÃO O ESTADO ONLINE
Fonte: Agência Brasil

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