ABAS

quinta-feira, 31 de julho de 2014

"No Brasil, os principais doadores de campanha contribuem para partidos que não tenho identidade política e se voltam para obtenção de acordos com o governo. As empresas investem em todos os candidatos que têm chance de vitória. A comunidade jurídica nacional não pode acreditar num patrocínio desinteressado. A pretensão formulada dessa ação é indispensável para se colocar o fim da não equidade do processo eleitoral,"afirmou o ministro Marco Aurélio ao votar durante Sessão do STF que está apreciando a proibição de financiamento privado de campanha.


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