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terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

Já são 50 os municípios cearenses com problema de abastecimento de água



Fala-se em medidas emergenciais, economia de água (o que é absolutamente correto) e até em racionamento. Mas evita-se tocar numa questão fundamental: o quanto de água é hoje destinado a irrigar o agronegócio, principalmente no Vale do Jaguaribe e o quanto está sendo utilizado pelas indústrias do Pecém. O Governo Cid, a serviço dos grandes empresários, defende que essa oferta de água, principalmente a do Pecém, continue a crescer (os planos são destinar 5000 litros de água por segundo, mais do que Fortaleza consome). Não é óbvio que essa política de recursos hídricos é um completo desastre? A seguir, a lista de municípios cearenses mais atingidos pela crise da água:

Cidades com alta criticidade: Canindé, Caririaçu, Crateús, Meruoca, Ipaporanga, Irauçuba, Maranguape, Nova Russas, Pereiro, Potiretama. 
Cidades com criticidade média: Aratuba, Guaramiranga, Itatira, Mulungu, Palmácea, Piquet Carneiro, Quiterianópolis, Tauá.
Cidades em alerta: Alcântaras, Aquiraz, Baixio, Caridade, Catunda, Ipaumirim, Pacoti, Paracuru, São Gonçalo do Amarante, Trairi, Umari. 
Cidades abastecidas com soluções emergenciais (Cogerh, Sohidra, Cagece): Acopiara, Antonina do Norte, Beberibe, Coreaú, Fortim, Graça, Itapajé, Jaguaretama, Madalena, Meruoca, Milhã, Moraújo, Mucambo, Pacujá, Parambu, Pecém, Pindoretama, Potengi, Salitre, Senador Sá e Uruoca. 


FONTE: Cogerh

Com informações do Perfil no Facebook Água para quem precisa

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