ABAS

domingo, 17 de novembro de 2013

O pacto de covardia do ex e da atual Presidente


Por Alexandre Távora

  Em uma República de covardes que são capazes dos piores acordos para a obtenção e manutenção do poder tudo pode acontecer. A tal governabilidade nada mais é do que o assassinato da moralidade e da ética. A governabilidade vigente no Brasil não significa um pacto republicano pelo bem comum do povo brasileiro, pelo menos essa do atual governo, onde há chantagem e o entreguismo predomina. 

   Assim sendo, um pensador afirmou que o “silêncio é a maior demonstração de insensibilidade, covardia e frieza em relação ao sentimento e sofrimento alheio”. Pois bem, o cessar de palavras do ex-presidente Lula e da atual presidente Dilma vem nos confirmar que em nome do poder tudo é válido, inclusive a omissão. Segundo noticiaram diversos órgãos da imprensa Lula e Dilma teriam firmado um compromisso de não comentarem as prisões da Ação Penal 470(Mensalão) que foram expedidas na sexta feira, dia 15 de novembro. Segundo os mesmos órgãos de imprensa Lula teria ligado para os condenados e dito: “estamos juntos.”.

O julgamento e a sentença de condenação desse famoso caso que ficou chamado de Mensalão precisam e devem ser compreendidos através de vários horizontes. Primeiro, que não somente o PT será condenado pela história, mas também o PSDB que nada pode falar contra o primeiro. O grande ponto positivo é que está se destruindo esse falso bipartidarismo que atualmente vinha se contrapondo no Brasil. Fiquei espantado com uma notícia que li em um grande jornal que registrava o seguinte: “Quando Marcos Valério Fernandes de Souza se entregou à Polícia Federal, ele levou para a cela o que tem de mais valioso: segredos que dizem respeito aos dois principais partidos brasileiros, PT e PSDB, que não revelou e não pretende revelar, porque acredita que são a garantia de sua vida e de seus filhos.


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