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sexta-feira, 27 de setembro de 2013

Por Marina, partido diz que muda até o nome


O presidente do nanico PEN (Partido Ecológico Nacional), o ex-deputado estadual Adilson Barroso (SP), afirmou que aceita até mudar o nome da sigla para "Rede" para abrigar a candidatura presidencial de Marina Silva.
A ex-senadora tenta montar a Rede Sustentabilidade para disputar o Planalto, mas corre o risco de o registro do partido ser negado pelo Tribunal Superior Eleitoral no julgamento da semana que vem.
"O acordo conosco é o de não falar enquanto não se resolver a situação na Justiça, porque quem tem plano B na verdade não tem o plano A. Mas vou oferecer o partido para ela se candidatar, não desisto dela de jeito nenhum. Se precisar mudar o nome do PEN para Rede, sou capaz de fazer isso", disse Barroso.
Marina se recusa a falar sobre a possibilidade de se filiar a outra legenda caso a Rede não seja montada a tempo para 2014 -o prazo expira em 5 de outubro. O partido não conseguiu as 492 mil assinaturas necessárias para o registro -faltam 52 mil nomes.
Há algumas semanas, a legenda afirmou que Marina conversou com Barroso, mas não se filiará ao PEN mesmo se a criação da Rede naufragar. Ele disse que procurará a ex-senadora na semana que vem para reforçar o convite.
Marina visitou nesta quinta (26) o ministro Marco Aurélio Mello, do TSE. Nos dias anteriores, já tinha procurado outros ministros do tribunal.
"Nossa conversa com os ministros é no sentido de mostrar a eles a legitimidade do pleito (...). Após um processo de mobilização, de coleta de assinaturas, que dentro dos prazos respondeu os quesitos legais para a formação do partido. E ainda temos o aspecto da legitimidade social", disse Marina na saída do encontro.

FOLHA.COM

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