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quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Destruir a natureza é um péssimo negócio





Por Alexandre Távora

        
O massacre causado pelo homem ao meio ambiente está causando sérios problemas em escala mundial. O homem se apropria dos recursos naturais acreditando que a natureza é sua propriedade particular e que pode fazer o que bem entender com a mesma. Ao perder o bom senso e a capacidade de conviver em harmonia com os ecossistemas o ser humano constrói para si um abismo de calamidades infinitas. No caso específico do Parque do Cocó que já sofre sérias consequências em função de manobras inconsequentes causadas pela iniciativa privada com a conivência do poder público e a omissão de cidadãos que pouco fizeram para proteger uma riqueza natural existente encravado geograficamente na cidade de Fortaleza, uma das grandes metrópoles do Brasil. A defesa do Cocó é uma questão de vida ou morte, afinal de contas quando protegemos a natureza estamos protegendo antes de mais nada a nós mesmos. Todo e qualquer projeto que venha a ser construído ao redor, ou nas imediações do Cocó deve se levar em consideração a inviolabilidade dessa reserva natural. Será que vale a pena destruir a natureza em nome de um falso desenvolvimento? Claro que não.

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