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sábado, 27 de julho de 2013

Baleada, agredida e acusada de formar quadrilha, militante diz que foi difamada pela mídia e teme represálias


Desde a noite do dia 17 de julho a geógrafa Carla Hirt, integrante do Comitê Popular Copa e Olimpíadas do Rio de Janeiro, vem vivendo um pesadelo.

Primeiro, foi atingida por dois tiros de balas de borracha durante manifestação na Zona Sul do Rio de Janeiro.

Depois, foi presa sob acusação de formação de quadrilha, apesar de desconhecer totalmente aqueles que foram presos junto com ela — supostamente integrantes da mesma quadrilha.

Em seguida, Carla foi autuada como se tivesse sido presa na rua Visconde de Pirajá, onde de fato aconteceram atos de vandalismo — quando, assegura, foi presa na rua Redentor, 294, diante de um prédio intacto, de fachada de vidro, onde ela e outros manifestantes se abrigaram justamente para evitar os tiros da polícia.

Finalmente, no dia 25, o jornal O Globo publicou uma reportagem ilustrada por uma foto que sugere que Carla e o marido dela, Igor, agente da ABIN – Agência Brasileira de Inteligência — teriam sido flagrados em atos de vandalismo.

Por Luiz Carlos Azenha - viomundo.com.br

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