ABAS

sábado, 29 de setembro de 2012

DA SÉRIE - Candidatos para todos os gostos


Tiago Silva de Oliveira conhecido como Rambo de Natal é Candidato a Vereador em Natal pelo PSDC na coligação Natal Merece Respeito II...

HUMOR POLÍTICO


Hebe Camargo morre aos 83 anos

O primeiro selinho de Hebe Camargo foi, na verdade, um beijo roubado de Rita Lee no programa da apresentadora em 1997



A apresentadora Hebe Camargo, que morreu aos 83 anos neste sábado (29), em consequência de uma parada cardíaca.



Hebe Camargo nasceu na cidade de Taubaté, no interior de São Paulo, no dia 8 de março de 1929. Cursou somente até o quarto ano primário e um de seus primeiros empregos foi de arrumadeira, na casa de um parente rico.
Hebe esteve na caravana de artistas que foi ao Porto de Santos recepcionar os primeiros equipamentos de televisão do Brasil, em 1948. 
No início da televisão brasileira, em 1952, ela foi desconsiderada para aparecer no vídeo por ter sobrancelhas muito grossas e cabelos pretos. "Eu ficava um horror no vídeo", disse em entrevista à Folha de S.Paulo, em 1982.
Tornou-se loira em 1952, após voltar de viagem dos Estados Unidos. "Me apaixonei pela loirice", explicou Hebe na ocasião. 

Durante o 3º Festival de Música Popular da TV Record, em 1967, Hebe entrou para interpretar a canção "Volta Amanhã", sob vaias crescentes. Hebe segurou as lágrimas, e mesmo sem poder ser ouvida pelo público, cantou a música até o final. 

Em julho de 1985, Hebe jogou seu microfone no chão no meio da transmissão ao vivo de seu programa, na TV Bandeirantes, e queixou-se da emissora. Ela exigiu melhor tratamento por parte do canal e mais recursos, como novos cenários, mais pessoas na produção e músicos na orquestra. A Bandeirantes prometeu atendê-la. 

Desde o início de seus programas na TV, ela foi acusada de cometer inúmeras gafes, fama que a acompanhou por toda sua carreira. Certa vez, Hebe perguntou quantos músicos tem um trio. Dizem também que teria perguntado ao primeiro homem a pisar na Lua, o astronauta Neil Armstrong, se na Lua havia luar.

Em 1975, juntou-se a uma série de artistas brasileiros para pedir ao então Ministro das Comunicações, Quandt de Oliveira, providências para a diminuição de programas estrangeiros, chamados de enlatados, e filmes de violência na grade de programação da TV. "Estão tirando empregos de artistas brasileiros", justificou. 

Em 8 de setembro de 1981, o avião em que Hebe, o marido Lélio Ravagnani e mais quatro amigos viajavam sofreu uma pane no motor esquerdo e caiu. "Eu vi a morte de perto", afirmou a apresentadora após o acidente. 

Dentre as maiores entrevistas que realizou, a apresentadora cita o astronauta norte-americano Neil Armstrong, um mês depois de ele ter pisado na Lua. "Nem acreditei que estava acontecendo comigo [a entrevista]". Ela também entrevistou o cirurgião sul-africano Christian Barnard, autor do primeiro transplante de coração da história. 

Em 1985, ela foi convidada para posar nua na revista masculina "Playboy", mas recusou. "Se não fiz quando tinha 18 anos, não será agora que vou fazer". 

Em março de 1994, o então presidente da Câmara de Deputados, Inocêncio Oliveira, e o presidente do Senado, Humberto Lucena, decidiram processar criminalmente Hebe, que sugeriu em seu programa o fechamento do Congresso. Hebe rebateu afirmando que tinha "pena" de Inocêncio, e disse que o processo não teria sucesso. "Se nem a CPI [Comissão Parlamentar de Inquérito] teve resultado, acho que esse negócio de me processar não vai dar em nada", afirmou na época. Poucos dias depois, Inocêncio retirou o processo. 

Seu amigo, o político Paulo Maluf, sugeriu o nome de Hebe para ser candidata a prefeitura de São Paulo após a gestão de Celso Pitta, em 1999. Hebe achou a proposta "uma gracinha", mas desautorizou a candidatura. 

Ela estreou no cinema em "Quase no Céu", de Oduvaldo Vianna, lançado em maio de 1949, mas só voltou às telonas em 2009, para fazer uma ponta em "Xuxa e o Mistério de Feiurinha".
DIÁRIO DO NORDESTE

Dilma, quem diria, socorrerá Lula em São Paulo


Premida por Lula, Dilma Rousseff aceitou escalar o palanque do PT de São Paulo. Nesta segunda-feira (1o), parcipará de um comício  na Zona Leste da capital paulista. No oficial, dará uma mãozinha a Fernando Haddad. No paralelo, socorrerá Lula, o padrinho do candidato.
Dilma não cogitava envolver-se na disputa nessa fase. Comprometera-se com o PMDB de Gabriel Chalita a não dar as caras em São Paulo senão no segundo turno. O petismo imaginara que conseguiria respeitar a vontade e os compromisssos da presidente. Não deu.
No início da campanha, dera-se de barato que o prestígio de Lula seria suficiente para levar Haddad ao segundo round. Nessa época, o próprio Lula dizia que repetiria em 2012 a fórmula do “nós contra eles” que colocara em prática na sucessão presidencial de 2010.
De um lado, José Serra e tudo o que o tucanato representa. Do outro, um Fernando Haddad carregado por Lula viraria uma versão masculina da própria Dilma. Deu errado. O fenômeno Celso Russomanno (PRB) imiscui-se na estratégia, conspurcando-a.
Haddad sobe nas pesquisas em ritmo mais lento do que Lula e o PT imaginaram. A nove dias da eleição, mede forças com Serra pela vaga no segundo turno. No Datafolha desta quinta (27), o petista subiu três pontos, batendo em 18%. O tucano oscilou um ponto para o alto, cravando 22%.
Está entendido que Haddad precisa de uma vitamina adicional para converter a ascenção na ultrapassagem que o conduziria a uma dura disputa final contra Russomanno. Lula não foi capaz de prover sozinho o tônico.
Nesse contexto, Dilma vai a São Paulo com uma aparência de cavalaria de filme americano. Leva atrás de si as taxas que o Ibope acaba de lhe atribuir: o governo dela é aprovado por 62% dos brasileiros. Sua aprovação pessoal é de 72%. Declaram confiar na presidente 73% dos brasileiros.
Dilma chega a São Paulo antes do previsto menos por Haddad e mais por Lula. Ficaria mal na foto se não pagasse na eleição municipal paulistana parte de sua dívida de gratidão com Lula, o antecessor que a fez presidente da República.
Lula se deu conta de que não será tão simples realizar os sonhos que esboçara para São Paulo. Tenta ao menos evitar a realização de seus pesadelos. Não fazer de Haddad o próximo prefeito será ruim. Permitir que ele morra na praia do primeiro turno será muito pior. É nesse contexto que Dilma virou tábua de salvação.
JOSIAS DE SOUZA

PORQUE O LULA SAIU DA CASCA













Por Carlos Chagas

Importa saber o motivo que levou o Lula  a   sair da casca e avançar declarações públicas sobre o mensalão, coisa que não fazia desde o início do julgamento pelo Supremo Tribunal  Federal. Até então o primeiro companheiro simplesmente negava a existência do escândalo da compra de votos, afirmando ter-se tratado de distribuição de dinheiro para pagamento de dívidas de campanha, por conta do caixa  dois.

Na noite de quinta-feira, numa universidade paulista,  abriu o jogo. Disse que em seu governo foram criados mais instrumentos para combater a corrupção do que nos mandatos de todos os presidentes da República que o antecederam. Nas administrações petistas, acentuou, os acusados são julgados, ao contrário do governo dos tucanos, quando a prática era esconder tudo.

Demonstrando irritação, foi mais adiante, denunciando a compra de votos no Congresso por Fernando Henrique Cardoso, para aprovar a emenda da reeleição.

Por que essa mudança de estratégia? Só pode ser em função das eleições para a prefeitura de São Paulo e a possibilidade de Fernando Haddad não chegar ao segundo turno.  O ex-presidente decidiu jogar todos os cacifes na rodada de fogo que se estenderá até o dia 7 de outubro. Aumentou e mais aumentará o diapasão de suas críticas ao adversário mais próximo, no caso, José Serra. Pelo jeito, deixará Celso Russomano para o segundo turno, se seu candidato chegar lá.

Parece óbvio que o julgamento do mensalão  é uma das causas de Haddad não ter decolado como o PT e seu mestre imaginavam. Ainda que não se conheçam resultados de pesquisas feitas a respeito, não se duvida de que a exposição e a condenação de companheiros pela mais alta corte nacional de justiça vem funcionando como um escoadouro de votos.  Não há, em São Paulo, quem desconheça ou se mantenha alheio à Ação Penal 470. Em especial quando na semana que antecede a eleição estarão sendo arcabuzados José Dirceu, José Genoíno e Delúbio Soares. Para o PT, agora vale tudo.

sexta-feira, 28 de setembro de 2012

DA SÉRIE - Candidatos para todos os gostos







Milena Silva é candidata a vereadora em Salvador pelo PSL.


MILENA Silva, Bacharel em relações internacionais , chegou a estudar na escola superior de guerra estratégia e política, desde muito jovem desenvolve trabalhos sociais e nesses últimos 8 anos vem defendendo e apoiando ligas esportivas por toda a cidade porque acredita que o esporte transforma a vida das pessoas.
Vitalidade e determinação são as marcas desta jovem. Que desde cedo se identificou com o trabalho social e tem sua trajetória política ligada ao Esporte como inclusão social, e como forma de combater criminalidade e as drogas.
Biografia extraída do portal da candidata

CORRUPÇÃO - MPE denuncia 36 pessoas por envolvimento no escândalo dos banheiros



O Ministério Público do Estado do Ceará (MPE-CE) entrou com ações civis públicas nas comarcas de Pacajus, Chorozinho, Horizonte e Pindoretama contra 36 agentes públicos e particulares acusados de integrarem o chamado "escândalos dos banheiros", esquema de desvio de verbas do Governo do Estado para a construção de kits sanitários. O programa era destinado a famílias de baixa renda. O processo foi iniciado ontem e concluído nessa quinta-feira (27).

Segundo o MPE, os atos de improbidade administrativa envolveram recursos da ordem de R$ 2 milhões. Esse valor teria sido recebido ilegalmente por associações comunitárias que firmaram convênios com a Secretaria das Cidades. Os recursos provinham do Fundo Estadual de Combate à Pobreza (Fecop). 

Entre os nomes citados da denúncia estão o ex-presidente do Tribunal de Contas do Estado (TCE) Teodorico Menezes, seu filho, o deputado Téo Menezes (PSDB), os ex-titulares da Secretaria das Cidades Joaquim Cartaxo e Jurandir Santiago, além do atual comandante da pasta, Camilo Santano.
O Ministério Público pede que todos sejam condenados ao ressarcimento integral ao Governo do Estado do dano no valor de R$ 493.924,69; perda de função pública dos agentes públicos envolvidos; suspensão dos direitos políticos por um período de 5 a 8 anos; pagamento de multa civil de até duas vezes o valor do dano (493.924,69) e o pagamento de multa civil de até 100 vezes o valor da remuneração recebida pelo agente ou funcionário público; proibição de contratar com o poder público ou receber benefícios fiscais pelo prazo de cinco anos.

No total, o ressarcimento solicitado, já com atualização monetária, é de R$ 1.975.698,76 . 

Veja lista completa dos envolvidos e as supostas condutas irregulares de cada um deles: 

1. TEODORICO JOSÉ DE MENEZES NETO (Ex-presidente do TCE):
Comandar o esquema de corrupção e desvio de recursos públicos; ser beneficiado com recursos públicos desviados para quitar débito de dívidas pessoais, como o referente à aquisição de imóvel situado naRua Fiscal Vieira, 3935, no bairro São João do Tauape, em Fortaleza, local onde funcionava, na época dos fatos, a empresa CONSTRUTORA IMOBILIÁRIA MANHATHAM, no valor de R$ 157.800,00. Os recursos deveriam ter sido aplicados na construção de banheiros.

2. TEODORICO JOSÉ BARRETO MENEZES - TÉO MENEZES (Deputado Estadual pelo PSDB)
Ter sido beneficiado com pomposas doações para sua campanha eleitoral por parte de ANTÔNIO CARLOS GOMES, um dos operadores do esquema (R$ 4.000,00); MARIA JOSÉ CASTELO BRANCO DE LIMA, pertencente ao conselho fiscal da Associação de Pindoretama (R$ 3 mil); CARLOS FELIPE CASTELO BRANCO GOMES, filho de Antônio Carlos Gomes e Maria José Castelo Branco de Lima (R$ 6 mil); THAYS BARRETO MESQUITA, participante do conselho fiscal da Associação Cultural de Pindoretama (R$ 5 mil reais); MARIA MATOS CAVALCANTE, também conselheira fiscal da Associação(R$ 10 mil); RENATA PINHEIRO GUERRA, presidente da Associação de Pindoretama (R$ 6 mil reais); TEODORICO JOSÉ MENEZES NETO, chefe do esquema de desvio de recursos públicos (R$ 51.000,00), ANTONÍSIA BARRETO MENEZES, membro do Conselho Fiscal da Sociedade de Proteção e Assistência à Maternidade e à Infância de Pacajus (R$ 6.000,00), THIAGO BARRETO DE MENEZES, presidente da Associação de Proteção e Assistência à Maternidade e a Infância de Pacajus (2.000,00); FÁBIO RODRIGUES COUTINHO, casado com Alline Barreto Coutinho, (R$ 3.000,00); FÁBIO CASTELO BRANCO (R$ 8.000,00), a esposa dele, MONIQUE SÁ OLIVEIRA CASTELO BRANCO (R$ 2.000,00); doações concentradas na modalidade de “depósito em espécie”, o que significa dizer que os doadores, investigados ou não, sempre dispunham de dinheiro em espécie para fazer frente àssuas doações, o que não é uma coincidência, mas certamente o resultado do desvio de dinheiro patrocinado pelo investigado ANTÔNIO CARLOS GOMES. É bom ressaltar que, segundo a análise da movimentação bancária de vários dos doadores acima, nenhum deles possuía renda suficiente para realizar as doações.

3. AURI COSTA ARARIPE (prefeito de Pacajus):
Ter sido beneficiado com o valor de R$ 56.000,00, dos quais transferiu a quantia de R$ 46.000,00 ao seu irmão, ALBERTO COSTA ARARIPE, ora investigado, apropriando-se, em tese, do valor correspondente a diferença de R$ 10.000,000, oriundos dos recursos depositados em favor da Associação dos Moradores de Chorozinho, parte do dinheiro relativo a cheque, valor de R$ 68.000,00.

4. ANTÔNIO CARLOS GOMES (Presidente da Associação Cultural dos Amigos de Horizonte e tesoureiro de todas as entidades fruadulentas utilizadas para o esquema de desvio do recurso do Fecop):
Atestar construção não executada; Apresentar documentos falsos para comprovar realização de gastos com a construção dos kits sanitários; Movimentar os valores recebidos na conta corrente vinculada ao convênio de forma irregular, distribuindo os recursos desviados sob a orientação de TEODORICO JOSÉ DE MENEZES NETO, em troca da nomeação em cargo de confiança.
Subscrever convênios em desatendimento às leis que tratam da matéria.

5. JURANDIR VIEIRA SANTIAGO (ex-secretário das Cidades):
Omitir ou retardar em determinar a instauração da Tomada de Contas Especial; Subscrever termo aditivo aos convênios, apesar de as entidades desses convêniosse encontrarem em inadimplência de prestação decontas.

6. JOAQUIM CARTAXO FILHO (ex-secretário das Cidades):
Omitir ou retardar em determinar a instauração da Tomada de Contas Especial; Subscrever termo aditivo aos convênios, apesar de as entidades se encontrarem em inadimplência de prestação decontas.

7. CAMILO SOBREIRA DE SANTANA (Secretário das Cidades):
Omitir ou retardar em determinar a imediata instauração da Tomada de Contas Especial.

8. FÁBIO CASTELO BRANCO PONTE DE ARAÚJO (ex-coordenador administrativo-financeiro e ordenador de despesas):
Omitir ou retardar em comunicar à autoridade competente sobre a necessidade de instauração da tomada de contas especial pela não apresentação tempestiva de prestações de contas parciais.
Assinar parecer jurídico favorável à celebração do convênio em desatenção à Lei Estadual Nº 13.553/2004 e ao Decreto Estadual nº 27.953/2005 e dos 1º e 2º aditivos dos convênios. Assinar parecer jurídico favorável aos aditivos aos convênios.

9. GEORGE DE CASTRO JÚNIOR (ex-assessor jurídico chefe)
Omitir ou retardar em comunicar àautoridade competente da necessidade de instauração da tomada de contas especial pela não apresentação tempestiva das respectivas prestações de contas parciais.

10. SÉRGIO BARBOSA DE SOUZA (Ex-coordenador de Habitação)
Opinar favoravelmente pela celebração dos convênios, sem analisar minuciosamente a formalização.
Solicitar indevidamente a formalização dos aditivos de prorrogação da vigência dos convênios.
Omitir ou retardar em comunicar à autoridade competente a necessidade de instauração da tomada de contas especial, pela não apresentação tempestiva das respectivas prestações de contas parciais.
Omissão no poder-dever de orientar, acompanhar e fiscalizar a execução dos convênios.

11/12. JOÃO PAULO CUSTÓDIO PITOMBEIRA e LUIZA DE MARILLAC CABRAL (ex-técnicos da Secretaria das Cidade)
Colaborar para a formalização dos aditivos de prorrogação da vigência do convênios, sem observar a impossibilidade jurídica dos aditivos.

13. FRANCISCO IRAPUAN SALES LIMA (ex-técnicos da Secretaria das Cidade): Alterar o Sistema de Convênios e Contratos –SACC, retirando os convênios da situação de “inadimplentes”, possibilitando a liberação de recursos.

14. RENATA PINHEIRO GUERRA (Presidente da Associação Cultural de Pindoretama):
Atestar construção não executada;
Apresentar documentos falsos para comprovar realização de gastos com a construção dos kits sanitários.

15. ANTÔNIO DIÓGENES FERREIRA DE SOUSA (Tesoureiro da Associação Cultural de Pindoretama):
Ter facilitado a fraude, participando de entidade utilizada para desviar recursos públicos, se omitindo em fiscalizar a entidade convenente, em troca de cargo na Assembleia Legislativa.

16. ADRIANO FRANCISCO DA COSTA (Secretário da Associação Cultural de Pindoretama):
Ter facilitado a fraude, participando de entidade utilizada para desviar recursos públicos, omitindo-se em fiscalizar a entidade convenente em troca de cargo na Assembléia Legislativa.

17. FRANCISCO OTTONI LOPES (Presidente do Conselho Fiscal da Associação Cultural de Pindoretama):
Ter facilitado a fraude, participando de entidade utilizada para desviar recursos públicos, omitindo-se em fiscalizar a entidade convenente em troca de cargo na Assembleia Legislativa.

18. ADAIL JOSÉ PEREIRA DA SILVA (Membro do Conselho Fiscal da Associação Cultural de Pindoretama): 
Ter facilitado a fraude, participando de entidade utilizada para desviar recursos públicos, omitindo-se em fiscalizar a entidade convenente em troca de cargo na Assembleia Legislativa.

19. MARIA AUXILIADORA DE FREITAS (membro do Conselho Fiscal da Associação Cultural de Pindoretama)
Ter facilitado a fraude, participando de entidade utilizada para desviar recursos públicos, omitindo-se em fiscalizar a entidade convenente em troca de cargo na Assembléia Legislativa.

20. THIAGO BEZERRA MENEZES (presidente da Sociedade de Proteção e Assistência à Maternidade e à Infância de Pacajus):
Atestar construção não executada;
Apresentar documentos falsos para comprovar arealização de gastos com a construção dos kits sanitários.

21. ANTONÍSIA BARRETO DE MENEZES (membro do Conselho Fiscal da Sociedade de Proteção e Assistência à Maternidade e à Infância de Pacajus):
Esposa do chefe do esquema, facilitou a fraude, participando de entidade utilizada para desviar recursos públicos, omitindo-se em fiscalizar a entidade convenente.

21. JOSÉ HUGO VIANA MESQUITA (Secretário da Sociedade de Proteção e Assistência à Maternidade e à Infância de Pacajus):
Ter facilitado a fraude, participando de entidade utilizada para desviar recursos públicos, se omitindo em atuar efetivamente na entidade convenente, em troca de cargo de chefe de gabinete de TEO MENEZES na Assembléia Legislativa.

23. FRANCISCO JOSÉ LIBÂNIO DE MENEZES (membro do Conselho Fiscal da Sociedade de Proteção e Assistência à Maternidade e à Infância de Pacajus):
Ter facilitado a fraude, participando de entidade utilizada para desviar recursos públicos, se omitindo em fiscalizar a entidade convenente, em troca de cargo na Assembléia Legislativa

24. ALINNE BARRETO MENEZES COUTINHO (membro do Conselho Fiscal da Sociedade de Proteção e Assistência à Maternidade e à Infância de Pacajus):
Filha do chefe do esquema, acusada de facilitar a fraude, participando de entidade utilizada para desviar recursos públicos, se omitindo em fiscalizar a entidade convenente.

25. ZUILA GOMES RIBEIRO (Diretora Administrativa da Associação Cultural dos Amigos de Horizonte):
Facilitar a fraude, participando de entidade utilizada para desviar recursos públicos, se omitindo em fiscalizar a entidade convenente.

26. LUCINALDO TIMÓTEO DOS SANTOS (Diretor de Operações da Associação Cultural dos Amigos de Horizonte):
Facilitar a fraude, participando de entidade utilizada para desviar recursos públicos, se omitindo em fiscalizar a entidade convenente.

27. MARIA GALDINO DE FREITAS (Presidente do Conselho Fiscal da Associação Cultural dos Amigos de Horizonte):
Facilitar a fraude, participando de entidade utilizada para desviar recursos públicos, se omitindo em fiscalizar a entidade convenente.

28. ROBERTO CÉSAR DA SILVA ABREU (membro do Conselho Fiscal da Associação Cultural dos Amigos de Horizonte):
Facilitar a fraude, participando de entidade utilizada para desviar recursos públicos, se omitindo em fiscalizar a entidade convenente.

29. MANOEL OLIVEIRA DE FREITAS (membro do Conselho Fiscal da Associação Cultural dos Amigos de Horizonte):
Facilitar a fraude, participando de entidade utilizada para desviar recursos públicos, se omitindo em fiscalizar a entidade convenente.

30. RAIMUNDO ROCHA DOS SANTOS (membro do Conselho Fiscal da Associação Cultural dos Amigos de Horizonte):
Facilitar a fraude, participando de entidade utilizada para desviar recursos públicos, se omitindo em fiscalizar a entidade convenente.

31. ANTONIO MARCOS SOUSA SILVA (membro do Conselho Fiscal da Associação Cultural dos Amigos de Horizonte):
Facilitar a fraude, participando de entidade utilizada para desviar recursos públicos, se omitindo em fiscalizar a entidade convenente.

32. WDEMBERG MAIA NEPOMUCENO (Tesoureiro da Associação dos Moradores de Chorozinho):
Facilitar a fraude, participando de entidade utilizada para desviar recursos públicos, se omitindo em fiscalizar a entidade convenente.

33. CARLOS ANTONIO PEREIRA DA SILVA (Secretário da Associação dos Moradores de Chorozinho):
Facilitar a fraude, participando de entidade utilizada para desviar recursos públicos, se omitindo em fiscalizar a entidade convenente.

34. MORONI MARQUES DA SILVA BANDEIRA (Presidente do Conselho Fiscal da Associação dos Moradores de Chorozinho):
Facilitar a fraude, participando de entidade utilizada para desviar recursos públicos, se omitindo em fiscalizar a entidade convenente.

35. DENIS RAFAEL ALVES DA SILVA (membro do Conselho Fiscal da Associação dos Moradores de Chorozinho):
Facilitar a fraude, participando de entidade utilizada para desviar recursos públicos, se omitindo em fiscalizar a entidade convenente.

36. MARIA SALETE CORDEIRO DA SILVA (membro do Conselho Fiscal da Associação dos Moradores de Chorozinho):
Facilitar a fraude, participando de entidade utilizada para desviar recursos públicos, se omitindo em fiscalizar a entidade convenente.
Redação O POVO Online
com informações do 
Ministério Público Estadual

Tiririca reclama de "outros interesses no Congresso" e pode não tentar reeleição


O deputado federal Tiririca (PR-SP) pode não tentar reeleição nas eleições de 2014. Argumentando que existem "outros interesses" no Congresso, ele se disse "desacreditado da política". 

"Eu não sei se pretendo continuar, por ser muito difícil lá dentro (da Câmara dos Deputados)", destacou Tiririca, nesta quarta-feira (26), em entrevista à Rádio Liberdade FM, de Aracaju (SE).

Humorista cearense eleito com 1,3 milhão de votos, ele demonstra decepção com a burocracia do Congresso. "Eu pensei que chegando à condição que eu cheguei, ia lá e ia aprovar projetos que iam beneficiar a população e essas coisas todas, mas não é assim. Há outros interesses", afirmou.

Na entrevista à rádio, Tiririca afirmou que, "para boa parte da população, o político é visto como ladrão", mas ressaltou que se sente "muito feliz" quando as pessoas o elogiam por seu trabalho na Câmara.


O POVO

Saiba usar os diversos “Porquês”

porqueeeeeeeeeeeeeeeeeee
Embora quase ninguém, hoje em dia, se preocupe em escrever corretamente o Português, mostramos aqui 4 regrinhas para o uso correto das diversas formas da palavra “porque”.
1. Use “por que” (separado, SEM acento):
Em frases interrogativas.
Ex.: Por que você me deixou esperando todo esse tempo?;
Por que você não se habitua a ler jornais.
Em afirmações, desde que no seu emprego esteja a idéia de motivo, causa, razão, pelo qual, para que.
Ex.: Não sei por que esse aluno é tão rebelde;
O deputado explicou por que precisa de mais tempo para apresentar seu relatório; Era o apelido por que (pelo qual) era conhecido; O assessor estava ansioso por que começasse a votação.

2. Use “porque” (tudo junto, SEM acento):
Quando a pergunta é acompanhada de uma hipótese de resposta.
Ex.: Você não votou porque é contrário ao projeto?
Essa medida provisória merece prosseguimento na tramitação porque é urgente?.
 Quando uma locução introduz uma explicação, um motivo.
Ex.: O deputado disse que votou contra o projeto porque o considerou lesivo aos interesses do país.

3. Use “por quê” (separado, COM acento):
Quando colocado no final da frase ou antes de pausa, tiver o sentido de motivo, razão pela qual.
Ex.: O cantor estava inquieto, sem saber por quê;
Advertido pelo presidente da Mesa, o deputado quis saber por quê
ninguém lhe dava atenção. Você faltou à aula por quê?.

4. Use “porquê” (tudo junto, COM acento):
Quando for substantivado (ou seja, usado como substantivo), no lugar de um desses:motivo, causa e forma, com a preposição “por”, uma só palavra.
Ex.: Não entendo o porquê da sua revolta;
A mãe deixou de fazer o almoço e não explicou o porquê;
Há muitos porquês para a queda do edifício

Serra leva beijo na boca de eleitora em São Paulo

 
Serra sobre o beijo na boca: ''O que eu posso fazer? Eu achei na primeira vez que tinha sido erro de pontaria. Aí veio a segunda vez, então já não era erro de pontaria.''(Foto: Reprodução)



O candidato do PSDB à prefeitura de São Paulo, José Serra, levou um beijo na boca de uma eleitora nesta quinta-feira durante uma caminhada num centrocomercial de roupas por atacado em São Paulo. O “ataque” aconteceu quando o tucano entrou em uma loja para cumprimentar funcionários e clientes. A vendedora em questão chamou por ele.
Serra aproximou-se para cumprimentá-la, mas a moça, comemorando a presença do candidato, segurou-o pelo rosto e deu-lhe o beijo.
Numa primeira tentativa, os lábios dela tocaram o rosto de Serra. Ela, então, insistiu e acertou a boca. Na semana passada, o candidato tucano já havia passado por situação inusitada ao tentar bater um pênalti e deixar o sapato escapar do pé.
Desconcertado, Serra riu e continuou a caminhada. Mais tarde, em entrevista, ele comentou:
- O que eu posso fazer? Eu achei na primeira vez que tinha sido erro de pontaria. Aí veio a segunda vez, então já não era erro de pontaria. É a primeira vez em todas as campanhas, e eu faço campanha há muito tempo. Nunca aconteceu isso de me pegarem distraído.
Serra usou o episódio para revidar uma declaração do adversário Fernando Haddad (PT) de que Serra não poderia mais sair às ruas por causa da alta rejeição nas pesquisas eleitorais. O tucano tem o índice mais alto entre os candidatos – 40%.
- Quanto a andar na rua, vocês veem o absurdo que foi aquela declaração – disse.(Silvia Amorim,O Globo )

Joaquim insinua que Marco Aurélio não precisou estudar para ser ministro



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MARCO AURÉLIO QUESTIONOU A PRESIDÊNCIA DE BARBOSA NO STF
Relator do processo do mensalão, o ministro Joaquim Barbosa rebateu as críticas do ministro Marco Aurélio, que questionou em duas ocasiões, a futura gestão do relator à frente da Suprema Corte. Barbosa, que assumirá o comando do Supremo Tribunal Federal em novembro, chegou a procurar o presidente, Carlos Ayres Britto, para reclamar das declarações do colega. "Quem esse cara [Marco Aurélio] pensa que é?", perguntou. Marco Aurélio interveio na defesa do revisor, Ricardo Lewandowiski, durante o julgamento do mensalão, e pediu a Barbosa que "policie sua linguagem". Pouco antes do início da sessão, Marco Aurélio indagou a jornalistas se Barbosa terá condições de comandar a mais alta corte do país com seu temperamento forte. "Como é que ele (Barbosa) vai coordenar o tribunal? Como vai se relacionar com os demais órgãos e demais poderes?" O relator do processo do mensalão, em resposta divulgada mo jornal O Globo, insinuou que Marco Aurélio não tinha estudado o suficiente para chegar ao cargo, mas se valido do parentesco com o ex-presidente Fernando Collor, que o nomeou. "Ao contrário de quem me ofende momentaneamente, devo toda a minha ascensão profissional a estudos aprofundados, à submissão múltipla a inúmeros e diversificados métodos de avaliação acadêmica e profissional. Jamais me vali ou tirei proveito de relações de natureza familiar". Barbosa afirmou também que Marco Aurélio costuma ser um problema para todos os presidentes do STF. E ressaltou que obedece às regras de convivência aprendidas não apenas nos livros, mas na vida.

CLAUDIO HUMBERTO

O cavaleiro das trevas contra o povo



O filme Batman: o cavaleiro das trevas ressurge (Christopher Nolan, 2012) confirma duas verdades da sétima arte. A primeira é que as superproduções hollywoodianas são armas de propaganda ideológica do sistema e a segunda é que os “investidores” preocupados com essa luta ideológica não jogam leve: foram gastos US$ 250 milhões nesse filme. Não por acaso, a trilogia (que pretende ser definitiva) Batmanaparece ao púbico mundial em meio a uma das maiores crises econômicas da história do capitalismo e, consequentemente, em meio a diversas revoltas e rebeliões populares ao redor do mundo. Rebeliões que contam com um protagonismo da juventude, exatamente o público ao qual se destina, principalmente, a trilogia.
Em recente entrevista, o diretor Christopher Nolan dá a dica: “Não acho que exista uma perspectiva de esquerda ou de direita no filme. Ele faz apenas uma avaliação honesta, uma exploração honesta do mundo em que vivemos – de coisas que nos preocupam”.   O ambiente do filme é uma Gotham pacificada, onde os policiais quase não tem trabalho a fazer. A proeza se deve ao Ato Dent (surpreendentemente parecido com o Ato Patriótico de Bush), lei que permite à polícia prender sem mandado, punir sem provas contundentes, extingue o habeas corpus e institui a incomunicabilidade do preso pelo tempo “necessário”. Essa lei colocou na cadeia todos os criminosos de Gotham, à exceção de alguns ladrões de galinhas. Nesse contexto, Bruce Wayne descansa tranquilo em sua mansão, pois não precisa ser mais o Batman.
Porém uma conspiração acontece em meio a essa calmaria. Um vilão de nome Bane recruta centenas de degredados sociais para algum desígnio obscuro. E não são homens comuns os que ele recruta, pois mesmo ao serem torturados (ou interrogados, segundo linguagem do filme e da vida real da polícia) não falam nada, não entregam o esconderijo e sequer confirmam qualquer acusação. Simplesmente ficam calados. Qualquer semelhança dos “bandidos do mal” em questão com militantes políticos não parece mera coincidência. E quando se percebe a gravidade do caso, temos o ressurgimento do Batman para, mais uma vez, salvar Gotham. Mas não é assim tão fácil.
Bane é, na verdade, herdeiro de Ra’s Al Ghul e líder da Liga das Sombras, organização “terrorista” secreta, que pretende acabar com a hipocrisia e corrupção existentes no mundo, com métodos nada ortodoxos, tais como dizimar toda a população de uma cidade. Num determinado momento, depois de plantar explosivos por toda a cidade e dinamitar todas as pontes que ligam Gotham ao continente, Bane convoca o povo a assumir o poder, ou seja, lidera uma insurreição popular na qual o grupo de vanguarda são os prisioneiros do Ato Dent (claro que todos bandidos perigosíssimos). Aqui, é necessário entender a caracterização que Nolan dá ao vilão em questão.
No segundo filme da série (Batman, o cavaleiro das trevas), o vilão era o Coringa. Personagem de uma crueldade insana desde sua aparição em 1940, ele é a própria antítese do Batman, um vilão sem nenhum escrúpulo. É humanizado, porém, em suas características psicológicas (além de uma impressionante interpretação de Heath Ledger) nesta série, enquanto Bane é o vilão sem qualquer vestígio de humanidade ou compaixão, que não pensa duas vezes em assassinar friamente qualquer de seus colaboradores ou inimigos. Os dois representam, no fim das contas, uma crítica frontal e profunda ao sistema corrupto e hipócrita de Gotham City, ou seja, o capitalismo. Cada qual com sua característica, o Coringa é a revolta sem objetivos definidos, a anarquia em sua mais pura essência. A crítica à moral hipócrita burguesa é central nesse personagem desde sempre. Sua ação é sempre impulsiva, nunca arquitetada, a não ser para gerar o caos e a confusão; ao contrário de Bane, que representa a ameaça à própria existência do Estado burguês. Sua ação não é individual, ele não quer a glória para si. Ele é a própria representação da vanguarda organizada dos oprimidos e espoliados, é exatamente Bane que lidera a revolução popular que acontece na trama e institui a ditadura dos pobres e oprimidos. Ele representa o fim das instituições democráticas burguesas, é o poder do povo de Gotham. É sintomático o tratamento diferenciado para os dois personagens. É natural que Hollywood e seus financiadores prefiram e achem mais humano o primeiro ao segundo.
O fato é que Bane lidera uma insurreição popular que expropria os ricos e distribui a riqueza entre a população de Gotham. Mais: institui um tribunal revolucionário para julgar a burguesia.  Prende a polícia de Gotham nos esgotos da cidade e institui uma brigada popular que patrulha as ruas. Qualquer semelhança, novamente, não deve ser mera coincidência. Mas há resistência, e ela vem de Jim Gordon, o chefe policial e reserva moral de Gotham City. Ele começa a recrutar os policiais que não estão presos no esgoto para libertar seus homens e começar a luta contra a tirania de Bane.
No final, Batman forja a própria morte salvando Gotham de uma catastrófica explosão atômica, sacrificando a própria vida pela da cidade. Na verdade ele escapa e se esconde para viver em paz, sob a justificativa de que não precisamos de heróis. Pois sempre existirá mal e sempre existirá bem, e o ideal é o equilíbrio, ou seja, não vale a pena lutar. As últimas palavras de Bruce Wayne (supostamente morto na rebelião popular por ser um dos ricaços) são lidas por um emocionado Jim Gordon e são as últimas palavras do Conto de duas cidades, de Charles Dickens: “Essa é a melhor coisa que faço e que jamais fiz, este é sem dúvida o melhor descanso que terei e que jamais tive”. Exatamente porque os extremos sempre carregam em si alternativas antidemocráticas e totalitárias aos defeitos e erros da democracia instituída.
A última frase do segundo filme da trilogia (Batman, o cavaleiro das trevas) pode resumir todos os três filmes: “A verdade às vezes não é o suficiente. Por vezes as pessoas precisam mais que a verdade, precisam ver sua fé recompensada”. Ou seja, o povo precisa ser protegido de si mesmo, porque sem as instituições democráticas (polícia, bancos, Estado etc.) em que ele tem fé, e as quais escondem a verdade, a tendência é que esse mesmo povo siga líderes cruéis e sanguinariamente igualitaristas e totalitários. Toda essa lição de moral nos é dada por um milionário que faz fortuna com fabricação de armas e especulação financeira.
Yuri Pires,
crítico de cinema de A Verdade

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

DA SÉRIE - Candidatos para todos os gostos



O humorista Biuzinha é candidato a vereador de João Pessoa pelo PR.  A candidatura de Biuzinha aparece como uma das mais bizarras elencadas pelo portal Uol.


Caixões de pedra de mil anos são encontrados em região das Filipinas


Sítio arqueológico foi descoberto no meio de floresta na região de Mulanay.
Segundo pesquisadores, local já foi saqueado algumas vezes.


Do G1, em São Paulo

Arqueólogos encontraram na cidade de Mulanay, nas Filipinas, um cemitério com mais de mil anos de idade encravado na floresta tropical. De acordo com a agência de notícias "France Presse", o sítio arqueológico continha vários caixões feitos com pedra calcária, que mediam cerca de seis metros de comprimento.
O anúncio sobre a descoberta do sítio foi feito há uma semana, mas nesta quinta-feira (27) foram divulgadas imagens do local.

Funcionários do governo local conseguiram encontrar restos mortais dentro dos túmulos, como mandíbulas e outras partes de ossos. Entretanto, os pesquisadores afirmam que o local já passou por diversos saques de artefatos valiosos, que teriam sido roubado há muito tempo por "caçadores de tesouros".


Imagem de sítio arqueológico com caixões feitos com pedra calcária, encravado na floresta tropical. (Foto: Ted Aljibe/AFP)Imagem de sítio arqueológico com caixões feitos com pedra calcária, encravado na floresta tropical (Foto: Ted Aljibe/AFP)
Funcionário do governo de Mulanay, nas Filipinas, deita em caixão de pedras calcárias que foram encontrados em um sítio arqueológico nas montanhas da cidade asiática, na província de Quezon, ao sudeste da capital Manila. (Foto: Ted Aljibe/AFP)Funcionário do governo de Mulanay, nas Filipinas, deita em caixão de pedras calcárias que foram encontrados em um sítio arqueológico nas montanhas da cidade asiática, na província de Quezon, ao sudeste da capital Manila (Foto: Ted Aljibe/AFP)
Em alguns dos caixões, que chegam a medir seis metros de comprimento, foram encontrados restos mortais, como mandíbulas. (Foto: Ted Aljibe/AFP)Em alguns dos caixões, que chegam a medir seis metros de comprimento, foram encontrados restos mortais, como mandíbulas (Foto: Ted Aljibe/AFP)