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sábado, 25 de junho de 2011

LEONARDO MOTA












Leonardo Mota (Pedra Branca, 10 de maio de 1891 - Fortaleza, 2 de janeiro de 1948) foi um escritor, professor, advogado, promotor de justiça, secretário de governo, tabelião, jornalista e historiador. Formou-se em direito pela Faculdade de Direito do Ceará no ano de 1916.
Muito cedo mudou-se de sua terra natal junto com sua família. O interesse de Leonardo Mota pela sabedoria sertaneja teve início quando foi morar na cidade de Ipu, Ceará, onde a convite de seu irmão, Cônego Aureliano Mota, dirigiu um Instituto Educacional.
Membro da Academia Cearense de Letras e do Instituto do Ceará, Leota (era assim que gostava de ser chamado), "-Cresci nas banhas e encurtei no nome", dizia, era um nome requisitado para proferir palestras para plateias de estudiosos e interessados folcloristas. Era também um animador de rodas de amigos e intelectuais da antiga Praça do Ferreira (coração da cidade de Fortaleza). Para essa platéia declamava versos e contava histórias e pequenas anedotas.
"Fui um intransigente na defesa do sertão esquecido, do sertão caluniado e só lembrado quando dele se quer o imposto nos tempos de paz ou o soldado nos tempos de guerra. E fui sobretudo, contra o labéu de cretinice do sertanejo nordestino que orientei a minha documentada contradita: em todo o meu "Cantadores" e nas conferências que proferi, de Norte a Sul, pus o melhor dos meus empenhos em fazer ressaltar a acuidade, a destreza de espírito, a vivacidade da desaproveitada inteligência sertaneja, de que os menestréis plebeus são a expressão bizarra e esquecida, apesar de digna de estudos."
O "último boêmio do Ceará" ou "judeu errante do folclore nacional", como se intitulava, publicou: "Cantadores" (1921), "Violeiros do Norte" (1925), "Sertão Alegre" (1928), "No Tempo de Lampião" (1930), "Prosa Vadia" (1932) e "Padaria Espiritual" (1938). O ruge-ruge em sua casa decorrente de seu falecimento suscitou o furto dos originais de "Adagiário Brasileiro", obra a seguir reconstituída pacientemente por seus filhos Moacir e Orlando Mota a partir de anotações e rascunhos coletados em seu escritório. "Adagiário Brasileiro" foi publicado anos depois de sua morte.
Em sua terra natal, Pedra Branca, existe uma biblioteca em sua homenagem e um monumento na praça que também leva seu nome, em frente ao local onde existiu a casa onde o "Princípe dos folcloristas brasileiros" nasceu um dia. No dia 20 de fevereiro de 1952, por iniciativa do Intituto do Ceará, foi batizada com o nome do escritor uma rua de Fortaleza.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Wikip%C3%A9dia:P%C3%A1gina_principal

2 comentários:

Anônimo disse...

óla alexandre, olha vc tem quer saber o que acontece no municipio de capistrano algumas pessoas concursadas ñ trabalham ,só recebem no final do mês,como: funcionar assim a acd atendente de consutorio dentario Eva oliveira,faz faculdade em Fortaleza por essa razão ñ comparece ao trabalho posto de saúde colocou uma substituta em seu lugar isso pode? otra auxiliar de enfermagem do hospital,Rosiane faz facu em fortaleza e ai como ficar os pantões dela,kkkk,a prefesora Flavia oliveira da creche proximo o hospital também só recebe,mora fora da cidade,guido moreira saraiva,karine viana,essa é só suspeita gloria do colegio fernando mota,cara isso é uma vergonha para nosso municipio vamos fazer uma invertigação alexandre só vc pode a judar a população dessa cidade,grata carinha de anjo,presiso que vc mantenha a carinha de anjo anônimato pois tenho o emprego em risco.obg pela atenção.

Anônimo disse...

alexandre esquecei da filha do marquinho da educação pois ela vai morar em quixada e era para trabalhar tds os dia na cultura.