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segunda-feira, 24 de abril de 2017

Saudoso Sebastião Chicute, orgulho da cultura popular do Maciço de Baturité; se vivo fosse estaria completando 83 anos neste dia 24 de Abril

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SEBASTIÃO ALVES LOURENÇO
Dedicou a vida à mestrança das brincadeiras de reisado e aos versos de cordel. Com muito esforço, sem apoio oficial, sempre procurou manter viva as tradições de sua arte. Era conhecido também como "Sebastião Chicute".

Secretaria de Desenvolvimento Urbano, Cultura, Esporte e Turismo do Município de Capistrano tem a grata satisfação de neste Mês de Abril comemorar o nascimento de Sebastião Alves Lourenço (In Merorian), MESTRE SEBASTIÃO CHICUTE, patrimônio cultural de Capistrano e de todo o Ceará. O Mestre Sebastião foi reconhecido oficialmente em 2006 como Mestre da Cultura Popular Tradicional do Ceará. O notável poeta popular destacou-se pelas atividades do reisado, dos dramas, dos pastoris, do repente e da literatura de cordel, compondo e imprimindo seus próprios folhetos. Trafegando entre tantas linguagens, deixou um legado abrangente de valiosas contribuições ao campo da cultura no Ceará.
Mestre de reisado durante a maior parte de sua trajetória, Sebastião Chicute participou das diversas edições do Encontro Mestres do Mundo, promovido pela Secult, sempre ao lado de sua esposa, dona Luzia.

Forte abraço a todos,
Alexandre Távora de Oliveira 
Secretário de Desenvolvimento Urbano, Cultura, Esporte e Turismo do Município de Capistrano-CE.

Em defesa do usuário

Urbe x taxi (Foto: Arquivo Google)
Editorial O Globo
Aplicativos de transporte fazem parte da onda digital que varre todo o sistema produtivo, de bens e serviços.
Não há mais dúvida de que se vive uma revolução nas mudanças, às vezes profundas, na forma como as pessoas se relacionam, trabalham e se locomovem.
Como em toda vez que isso ocorre na história da Humanidade, a nova tecnologia tem efeitos disruptivos. Destrói negócios e os substitui por outros, faz o mesmo com empregos, assim por diante. O mesmo que aconteceu com o lançamento do aplicativo Uber, seguido por outros.
O fato de se poder baixar um aplicativo que permite acesso a frotas de veículos particulares, capazes de oferecer um serviço de melhor qualidade e a um preço acessível é revolucionário. E podendo a corrida ser paga com o cartão de crédito que o usuário cadastra em sua conta. Para-se de andar com dinheiro vivo, enquanto o motorista deixa de manipulá-lo, um detalhe não desprezível que ajuda na segurança dele.
A flexibilidade é uma das palavras-chave neste mundo novo. Tanto que o mesmo aplicativo pode ser usado no exterior. Era previsível o efeito de tsunami sobre o serviço tradicional de táxis. Algo como o impacto da chegada às ruas dos automóveis com motor de explosão, para competir com charretes. E com um efeito disruptivo mais rápido.
Na Inglaterra dos primórdios da Revolução Industrial, houve quem resolvesse defender empregos com marretadas nos teares movidos a máquinas a vapor. Inútil, como no caso de taxistas que depredam veículos da Uber ou de serviços semelhantes. Tão inútil que a onda de violência cedeu.
O campo de discussões passou para o político e o jurídico, como deve ser.
No campo jurídico, tribunais de instâncias mais elevadas têm garantido o direito ao trabalho de motoristas de frotas de aplicativos. Com razão.
Mas a questão não se esgota em liminares. Há pouco, o Congresso aprovou projeto, numa tentativa de regulação, criticado por empresas de aplicativos.
Projeto à parte, é necessário estabelecer alguns pontos de referência, e entre eles a defesa, em todos os sentidos, do usuário é essencial. Não de forma que inviabilize os novos serviços.
Taxistas têm razão ao argumentar que são obrigados a atender a uma série de normas, mas não podem se esquecer de que têm isenção tributária na compra de veículos novos.
Deve-se encontrar um ponto de equilíbrio em que veículos de aplicativos cumpram obrigações voltadas à segurança do passageiro, sem perder características próprias: veículos particulares que transportam pessoas a preços competitivos.
A ideia de que qualquer um possa fazer “lotadas” ou zanzar pela cidade em busca de clientes lembra táxis piratas explorados por milícias ou algo semelhante.
No caso, melhor uma regulação eficaz do que nenhuma.
E que taxistas, como vários já fazem, usem também novas tecnologias para conquistar e fidelizar clientela.
O tempo dos cartórios e do domínio de corporações precisa acabar, mas sem que se perca a referência da defesa do consumidor.

A Prefeita que resolveu enfrentar a crise


Prefeita Inês Oliveira, participa de confraternização na Secretaria de Educação do Município)


Era primeiro de Janeiro de 2017, tomava posse como Prefeita Municipal de Capistrano-CE a Professora Inês Oliveira (PSDB), seu terceiro mandato eletivo (Vereadora, Vice-Prefeita e agora, Prefeita). A sua vitória eleitoral superou a candidatura do maior empresário da cidade, apoiada pelo então governo federal, estadual e municipal. Ganhar a eleição foi apenas um dos primeiros obstáculos, o maior estava por vir.

Ao assumir os trabalhos na Segunda-Feira, dia 02 de Janeiro, a gestora se deparou com uma realidade assustadora. O pagamento dos servidores referente ao mês de Dezembro de 2016 estava atrasado, serviços públicos parados, a cidade completamente tomada de lixo, o Município figurava com um dos maiores índices de transmissão de chikungunya, zica e dengue no Estado do Ceará. A Sede e a Zona Rural do Município estavam tomadas de buracos, o que acarretava sérios prejuízos ás comunidades.

Diante desse caos a Prefeita Inês Oliveira determinou que fosse feita uma ampla análise nas contas públicas e foi aí que ela ficou apavorada, pois o Município estava quebrado, uma dívida enorme que colocava a administração pública em  uma profunda crise financeira.

A Prefeita se assustou, mas não se abateu frente a calamitosa situação. Começou a enfrentar os problemas de cara. Repassou o piso salarial dos professores conforme reajuste nacional (primeira gestão no Ceará), fez uma urgente e necessária limpeza nas vias da cidade. Melhorou o transporte dos pacientes, em especial os que fazem hemodiálise. Parcelou o salário de Dezembro de 2016 em seis parcelas, conforme capacidade financeira da gestão. Vem modernizando a máquina pública e buscando recursos junto ao Governo Federal e Estadual para melhorar as condições de vida de seu povo.

São fatos que não comportam em uma única matéria por mais longa que seja. Hoje em Capistrano-CE há uma gestão municipal que muito vem realizando para tirar a população de uma tremenda crise que mais parece um furacão.         

domingo, 23 de abril de 2017

Lula, o sócio majoritário de tudo isto que está aí

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Em sua coluna no Estadão, Vera Magalhães resume a trajetória de Lula. Leia:
“As últimas e estarrecedoras revelações do submundo da empreiteirocracia instituída no Brasil por Luiz Inácio Lula da Silva e mantida sob Dilma Rousseff não deixam dúvida: Lula não era apenas beneficiário, mas sócio majoritário e idealizador do esquema que pilhou a Petrobrás, o BNDES, o setor elétrico, a Receita Federal e sabe-se lá mais quantos pedaços do Estado.
Mais: Lula se tornou sócio dos empreiteiros não só depois de instalado no Palácio do Planalto. As negociatas começaram bem antes, quando o sindicalista ainda começava a angariar a fama que viria a ter.
(...)
Todos têm de ser punidos e seus beneficiários de diferentes partidos, de tucanos a comunistas, passando pelos peemedebistas de sempre, merecem a aposentadoria compulsória da política e a pena da lei.
Mas que não reste dúvida: o verdadeiro sócio do esquema criminoso que colocou em xeque a ainda incipiente democracia brasileira atende pela alcunha de Lula, e sua máscara caiu indubitavelmente diante dos olhos da Nação. Quem ainda não enxergou é porque não quer mesmo ver.”

O ANTAGONISTA

Dr. César Barreto, mestre da engenharia, das letras e da articulação politica.

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Filho de Cesário Barreto Lima, Ex-prefeito de Sobral e Deputado Federal, Dr. César Barreto, Engenheiro, Ex-Deputado Estadual, é figura notável, seja como escritor ou articulador politico. Dr. César, no Departamento de Estradas e Rodovias – DER, é Superintendente-Adjunto, onde é presença marcante, sobretudo no trato aos cidadãos que por lá o procuram.